quarta-feira, 19 de março de 2008
Diário de bordo
Muito melhor, sem dúvidas!
Quase não tive prejuízos.
O primeiro deslize ocorreu quando tentei passar entre dois pilares, um deles raspou no lado do carro, nessa hora cheguei a pensar que o pneu estava furado.
Depois de várias horas andando (só pra praticar) e fazendo os mesmos trajetos, resolvi mudar de direção.
Fui andando no sentido contrário até encontrar um lugar para tirar fotos para a inscrição do IELTS.
Parei o carro no estacionamento do supermercado, pois é de graça e fácil de estacionar.
Coloquei de ré, pra poder tirar com mais facilidade.
Feliz da vida, entrei direitinho na vaga, aí pensei "agora é só usar o freio e parar"
Só que nesse momento me confundi de pedal, e usei o acelerador, ainda bem que tinha uma parede atrás do carro, porque se fosse outro carro, haveria um certo tipo de incomodação, sabe?
Mas está tudo bem, porque a 40km/h o estrago não pode ser muito grande.
A melhor maneira de praticar é com carro dos outros, e claro, quando esses outros são bem ricos e não se importam com alguns risquinhos ;o)
Detalhes.
Bom, agora que já estou craque em andar nas ruas estreitas de Londres, onde só passa um carro por vez, e é necessário parar para que o outro carro passe, onde todos estacionam onde bem entendem, fazem conversões em qualquer lugar, ou seja, as regras são bem lights... O próximo desafio será dirigir na Flórida.
Ao menos lá vou estar na mão certa!
Seja o que deus quiser!
segunda-feira, 17 de março de 2008
Vale a pena...
Olhei pra janela e a escuridão me dizia que já passava das 9, me enganou!
Aí pensei, vou escrever um pouco!
Só que estou com preguiça.
Cássio, loiros também aprendem a postar nominalmente? ehehehe
Parabéns por mais essa vitória!
Saudades gigantes!
Ah! Fiz uma descoberta! Você e o Henrique vão gostar do resultado!
Na verdade é mais uma desconfiança muito confirmada! (suspense)
Meu querido amigo Roberto, de Milão, me passou o skype de sua amiga Elena. Sexta passada falei com ela e marcamos de nos conhecer no sábado.
Sábado, na estação Embankment encontrei com a Elena, que me apresentou seus outros amigos: duas francesas, um japonês, um espanhol e mais uma porção de italianos.
Fomos tomar vinho siciliano (da máfia ;o) naquelas mesinhas que ficam na rua e têm um guarda-chuvas no meio, numa rua semi-iluminada, estreita, onde os carros não passam.
Vários estrangeiros e nativos caminhando na chuva, ao nosso lado, até que a chuva encharcou nossos casacos e resolvemos entrar.
A brisa londrina levou a chuva até nós, nos empurrou para dentro do bar, onde não se fuma!
Ainda bem, porque lá fora eu, como a única não fumante, já havia consumido umas 3 carteiras de cigarro.
O assunto interessante, maior parte em inglês, as piadas em italiano e as músicas francesas, animaram a noite. (je ne regreterieeeee)
Camada de ozônio, dislexia, vencer os limites impostos ao corpo pelo destino, foram alguns dos assuntos que saiam dos lábios roxos e das cabeças entorpecidas pelo vinho barato.
Dez horas! Está tarde, vou me recolher. Sim! Dez horas!
A chuva continua caindo, a rua escura, a meia luz, as pessoas em casacos pretos longos, a estação iluminada aparecendo ao fundo, aperto o passo pra fugir da chuva quando ouço um solo de violino vindo da direção da estação. Estou num filme, meu filme particular.
A melhor cena dessa parte do filme.
Diminuo a velocidade para apreciar por mais tempo, não vai se repetir tão cedo.
Vale a pena!
A vida vale, com certeza!
sábado, 15 de março de 2008
I'm going back to the start...
quarta-feira, 12 de março de 2008
Comunicado importante
como devem ter percebido, não tenho tido muito tempo de postar boas histórias por aqui.
Estou tentando manter o blog atualizado com vídeos e fotos, que são maneiras ligeiras de me expressar para que saibam que sobrevivo ao clima londrino.
A questão é que estão gravando um filme na rua de onde estou morando, há uma ou duas casas de distância e estou me mantendo escondida, pois se me descobrirem não terei mais sossego.
Desde já agradeço sua compreensão,
Daiane
Longe do meu lado!
Devido o conteúdo desse vídeo possuir cenas obsenas, fiquei na dúvida se deveria postá-lo.
Mas não pude resistir, foi um presente coisa muito fofa dos meus amigos mais fofos ainda.
Olhando esse vídeo eu pensei: "Caramba, como somos amigos de verdade!"
Afinal, não é qualquer pessoa que tem foto da gente assim... as mais inesperadas, gorda, magra, acabada, produzida, dando umas aulinhas gratuitas de dança indiana, loira, morena, bebendo, comendo...
Me dei conta de outra coisa... meu deus, como eu gosto de cor-de-rosa! Está na hora de mudar de cor, já cresci!
Love u
terça-feira, 11 de março de 2008
Lazy - Bedroom/Kitchen
Estou cheia de coisas pra contar, mas estou com uma preguicinha!
Por isso estou colocando o vídeo do meu quarto, silencioso, só com a BBC no fundo (se der pra ouvir), porque sei que tem gente querendo saber como é que tem uma cozinha dentro do meu guarda-roupa.
segunda-feira, 10 de março de 2008
Curtas...
Sei que estão todos loucos de vontade pra saber como estou me saindo nesse trânsito, mas primeiramente quero compartilhar uma notícia.
Minha maninha do cuore, a Luli, a irmã que eu mais gosto (hehehehe) passou na UERGS (Universidade Estadual do Rio Grande do Sul) em Gestão Ambiental. (Henrique, ela vai tirar nossos lugares de trabalho nas auditorias pras ISOS, rs).
Amigos queridos, uma salva de palmas para ela, a única da família a fazer faculdade paga pelo governo, vai pegar nossos impostos de volta.
Esse tópico é chamado "curtas" porque deveria ter várias pequenas histórias engraçadas que aconteceram nos últimos dias, mas meu note entrou em pânico ontem, quando eu queria postá-las, e esqueci delas. Mesmo assim, resolvi manter o título.
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Alguns conhecem minha adoração por sorvete, sabe o que eu descobri? Que ao invés de levar uma barrinha de cereal no bolso, posso levar um potinho de sorvete. Foi o que aconteceu sábado a noite.
Cheguei num mercadinho, conhecido por mercadinho e indiano (não sei porque, se nenhum desses mercadinhos que entrei até agora pertencia a um indiano, inclusive, esse a que me refiro no momento é um "Spar" - marca alemã), comprei um Häagen Dazs de morango.
O dono do mercadinho deu risada de mim, olhei pra geladeira de sorvetes e falei: "I love ice cream". Foi muito espontâneo.
Coloquei no bolso, pois estava muito duro pra comer com a colherinha de plástico que vem junto. Algum tempo depois, com vontade de comer alguma coisa, lembrei do sorvete que eu havia colocado no bolso do casaco. Estava delicioso.
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A Easy, louca de vontade de comer um sanduíche de presunto, foi na "Amici Delicatesse" que eu indiquei pra ela. O ambiente é bem animado, todo mundo que atende lá é italiano'.
Só que a Easy não conseguiu falar presunto em inglês, e teve que se contentar com salame, que é uma palavra mais global.
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Na mudança das bagunças da Easy pro novo endereço dela precisamos pegar um mini-cab, ou seja, taxi. O taxista era indiano, perguntou meu nome.
Cansada de tentar explicar meu nome eu simplesmente falei: just like the princess, Diana.
Ele me respondeu: I'm glad you're alive.
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O mesmo taxista era iraniano, tivemos uma viagem de taxi bastante cultural.
Agora não pergunto mais como se fala "eu te amo"em todos os idiomas. Minha frase preferida é "oi, como vai você?".
O cara ficou tão feliz com meu interesse pela cultura dele que escreveu pra mim num papel como se fala "oi, como vai você?" em forsi (o idioma do Irã), e se por acaso, a pessoa com quem eu estiver praticando a frase continuar o diálogo, ele colocou no papel também "Bem, obrigada"
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Hoje foi meu primeiro dia de motorista das crianças para a escola.
Henrique, meu problema não é abrir a janela, porque agora eu já sei que essa eu tenho que deixar fechada ;o)
Os carros aqui tem uma luz pra "dizer obrigada", e essa... eu tenho que usar!
Tá confuso!
Falando nisso, não fui muito mal no meu primeiro dia motorisada pelas ruas de Barnes, o problema foi colocar o carro na garagem.
Tirei um pedaço do portão.
Agora eu sei porque meu pai ficava dizendo pra não fazer a curva tão fechada quando colocar o carro na garagem.
Aí, fui tentar melhorar a aparência do arranhão do carro, um arranhãozinho de uns 40 centímetros, nada demais. Ah! Amassou um pouquinho também. Esqueci de olhar o portão.
Peguei uma esponja e "shampoo pra carro" e fui limpar o preto da tinta do portão da lataria do carro.
Enquanto estava limpando, aquela chuva gelada caindo sobre mim, o vento malvado, uma van branca foi fazer o retorno na rua, há uns 20 metros de distância de mim, nem isso. E bateu no poste de luz. A lâmpada do poste caiu em cima da van.
Me senti mais aliviada. Afinal, não sou a única má motorista no mundo!
De repente o cara fez pra mostrar solidariedade.
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Essa foto é da estação de metrô, a preferida da Easy, tudo o que ela tem que fazer, ou todos que ela precisa ou queira encontrar, ela marca aí:

Essas placas me fazem lembrar do Cássio. Um dia coloco aqui um videozinho com "Mind the gap" pra ele matar a saudade da Inglaterra ;o)
Beijos saudosos
sexta-feira, 7 de março de 2008
Licença para dirigir... mal!
Bom, vamos entrar no assunto de hoje...
Pessoas ricas gostam de morar no fim do mundo.
Na quarta-feira da semana que cheguei, fui fazer uma entrevista com a Nicky.
A Nicky precisava de uma nanny esportiva, alegre, eficiente e colocou um anúncio na internet, eu precisava de pilas, li o anúncio dela e me tornei essa amável figura.
Cuidadosa desde o início, depois de trocarmos trocentos e-mails, mais umas 20 ligações telefônicas, ela combinou comigo na Starbucks próxima à casa dela.
E muito longe da minha, claro.
Minha sorte foi ter saído de casa com 2 horas de antecedência.
Pegar metrô em Londres não é difícil, logo você pega o jeito e vai para qualquer direção, dentro das possibilidades disponibilizadas por esse fantástico meio de transporte. Já o ônibus, para mim é um mistério.
Depois de dois metrôs, tive que pegar um bus pra chegar no local combinado, foi difícil de entender onde a parada do bus ficava, eu estava no nível da rua e quando perguntava para alguém, a resposta era sempre a mesma:
"UPSTAIRS"
Mas como assim? Upstairs? Subir escada pra pegar bus? Eles, por acaso, flutuam?
Depois de algum tempo procurando, encontrei as misteriosas escadas, e até hoje não consegui descobrir pra que elas estão lá.
Porém, chegando no local, havia uma placa informando: BUS 33, next to the Mc Donald's.
Tá, e aí? Onde fica o Mc Donald's?
Ou a cidade recebe poucas pessoas de fora, portanto todos conhecem o Mc de lá, ou saber onde fica o Mc é uma coisa óbvia pra quem escreve essas placas.
Minha sorte foi que um senhor parou na minha frente para ler a placa.
Geralmente eu estaria reclamando dessa situação, por causa da falta de educação do ser.
Entretanto, resolvi seguí-lo, e ele me levou até o Mc Donald's.
Fiquei meio na dúvida se deveria ir atrás dele, porque ele me lembrou o caderudo.
Aliás, essa quarta, foi um dia muito assustador.
Enfim, encontrei a Starbucks, havia uma montoeira de mães naquele lugar.
Seus bebês pareciam pequenos alienígenas planejando dominar o mundo, falando em seu idioma
estranho (blagdao dgaru gugu dada). Nenhum deles tinha o rosto inocente de nossas crianças.
Quis fugir.
Mas não dava mais tempo, a Nicky chegou, me encheu de perguntas. Uma delas: você dirige?
Resposta suuuuuper sincera: Muito bem, sou super cuidadosa! (ehehehe)
Quando percebeu que poderia confiar em mim, me levou para conhecer a casa. Mas essa é uma outra história, onde quero acrescentar umas fotos.
Nessa quarta-feira, saí de casa observando os carros, como as pessoas dirigem, pra que lado vão. Fiquei pensando, se você for para a direita, tem que atravessar a rua, porque o lado do motorista tem que ficar pro lado de dentro da pista. E tal...
Já pensando no teste de direção que me seria aplicado.
Morrendo de medo do jeito inglês de dirigir.
Aí eu falei: Mas não tenho experiência em dirigir na Inglaterra.
Resposta: Não tem problema, teu carro veio da Suécia, tem o volante do lado europeu (quer dizer, o lado certo pra quem dirige no Brasil).
Espera aí? Tudo o que eu fiquei arquitetando até aqui não vale de nada? É ainda pior? Dirigir o carro certo do lado errado? Imagina quando vai ultrapassar um bus? Tem que colocar o carro inteiro pra pista do lado pra ver se vem alguém? Tá louco!
Pra que complicar mais, né?
Bjo de saudades a todos!
quinta-feira, 6 de março de 2008
Choque cultural
Sim, o computador que estou usando e sueco e nao conhece a acentuacao brasileira-portuguesa, faltam alguns caracteres e ele nao gosta de mim.
Obrigadaozao para meus queridos amigos que estao acompanhando meu blog, e especialmente para aqueles que estao me deixando msgs, e bom sentir voces assim: longe do meu lado (rs).
Bueno, tenho tanta coisa pra contar, mas corro o risco de perder toda a historia antes de postar.
(Ps. vou aproveitar e escrever bastante palavras acentuadas, pois hoje tenho a desculpa de nao acentuar por que o teclado nao permite, hehehe)
Juro que nao sei onde encontrei esses parenteses, eles sumiram do teclado agora.
Bom, estou de nanny, minha atual profissao, uma hora dessas conto sobre isso.
Estou fazendo o curso preparatorio para a prova do IELTS e o melhor da minha turma e que nao tem nenhum brasileiro, mas em compensacao tem 4 turcos, nao gosto muito de turcos, ele sao meio asquerosos as vezes.
Alem deles, tem uma francesa, uma colombiana, um iraniano e duas coreanas.
As coreanas sao as mais engracadas, a Easy nao gosta de coreano pq eles parecem idiotas, mas isso porque eles dao risada de qualquer coisa, e da raiva quando isso acontece.
A coreana mais simpatica da minha turma contou hoje pra gente que na Corea a idade da pessoa comeca a ser contada ainda na barriga da mae. E, por isso, ela deveria ter 26 (nos nossos calculos) mas tem 28 nos calculos coreanos.
Mas ai a gente se pergunta de onde vem esses dois anos extras, se na barriga a crianca so fica 9 meses.
E porque na corea, sao contados os anos de vida, nao pelo aniversario.
Por exemplo, se a crianca nasce dia 31 de dezembro, ela ja nasce com um ano e dia 1 de janeiro (no dia seguinte) ela ja faz 2 anos.
A questao e que a menina tem que voltar pra casa, porque a familia dela esta pressionando, porque ela ja tem 28 anos e tem que casar para dar exemplo para os mais novos.
Ahahahah!
Se for assim, esta na hora de Santo Antonio dar uma agilizada pro meu lado tambem. rs!
Meu colega iraniano se chama Amir, ele contou que o ano novo no Ira comeca dia 30 ou 31 de marco e que nao e a meia noite, o horario depende dos astros.
Tenho a impressao de que ja contei essa historia. Bom, vou dar uma verificada e caso eu nao tenho contado, continuo outra hora.
Meu note estragou de novo, amanha o Martin (um polones mestre da tecnologia) vai dar uma olhada pra mim. Estou perdida sem ele.
Beijos grandes a todos e na proxima eu tento colocar a historia que ja escrevi.
domingo, 2 de março de 2008
Not so easy
Parece que eu gosto de escrever isso, né? Mas não! Eu realmente estou cansada.
Não conseguimos entender como é fácil ficar cansado por aqui.
Hoje comemos uma costela que a Mumu preparou pra nós, super boa! Foi uma refeição maravilhosa: arroz, costela, maionese e guaraná. Só pelo fato de não ser sanduíche ou café, já fez a maior diferença. Mas além disso estava muito boa.
Além de ir filar um rango na casa da Mumu e do Pedro e de irmos às compras (sem comprar nada), não fizemos mais nada demais, mas a gente se sente muito preguiçoso aqui. É muito estranho!
Bom, estamos comendo horrores de porcarias, é o que é mais fácil e mais barato por enquanto, mas ao menos, estamos caminhando bastante. Não caminhava tanto desde que havia começado a trabalhar na Bayer.
Mas hoje estou escrevendo aqui para deixar registrado que estou super desanimada. É bem difícil encontrar um lugar mais ou menos pra morar. Sem pagar muito, né?
Mas o que é muito? 180 pila por SEMANA em 3 pessoas, é uma graninha, vamos combinar.
E não está fácil.
Aí, fica difícil de descolar um job, porque pra te darem um job, eles querem saber teu endereço.
Com certeza isso se resolve até o próximo domingo, pode ser que não seja o melhor lugar para se morar, mas já conseguimos alguma coisa. Veremos!
Deu uma vontade de voltar pra casa! Se não fosse por esse idioma chato que eu preciso muito aprender, já teria feito minhas malas. Quer dizer, elas ainda nem foram desfeitas. Já teria ido com elas até Heathrow pegar o avião de volta.
Mas eu acho que nosso grande desafio aqui é passar por tudo isso, pela falta de grana, pelo lugar ruim de morar, pelo emprego chato, etc...
Passando por isso as coisas ficam mais fáceis e vai parecer que estamos em casa.
Pra esse post não ficar parecendo somente um monte de choradeira, vou acrescentar um fato:
Estou dividindo o quarto com uma brasileira fácil, ehehehe!
A Mrs. Dilu, proprietária da casa onde estamos, tem dificuldades em pronunciar nossos nomes. A Isis quis facilitar a vida dela e fez uma associação com o nome dela e o idioma local, pra que a Mrs. Dilu parasse de chamá-la de Áisis.
Estou dividindo o quarto com a Easy.