Um mês se passou e continuo sem inspiração para escrever aqui.
Histórias, mil, inspiração, zero!
Agora, aqui no meu quarto, comendo umas pipocas (ou palomitas de maíz de acordo com o idioma oficial aqui de casa) me lembrei do filme que vi ontem, ou carinhosamente, da peli.
Ontem foi minha introdução ao cinema de Bollywood, digamos, bollywoodiano ;o)
Mulheres com maquiagens e roupas lindas, muitas cores, muita dança, muita música (que eu adorei) e muita coisa fora da casinha também.
Não me lembro o nome do filme, porque cheguei atrasada (como está acontecendo muito comigo aqui em Como, acho que pega dos italianos), mas a história falava de um cara meio italiano meio indiano que foi para a Índia aprender música com um cara muito rico de lá, esse cara tinha uma família gigantesca onde não era possível identificar quem era sobrinha, quem era filha, quem era o que.
É claro, a filha preferida do poderoso (Nandini) se apaixonou pelo italiano (Sameer, que significa briza suave).
Eles se beijam, ela pensa que está grávida, eles brigam, o pai promete ela pra outro (com um nome impossível de lembrar, mas vamos chamá-lo de Arroz), mas ela quer ir pra Itália atrás da briza.
Aí, depois de duas horas de filme, você pensa que acabou, vem a tela preta e a frase anunciando a metade do filme, sim, quatro horas escutando música indiana que falava do limão amargo. Como esses indianos gostam de limão amargo - bueno, isso deve explicar o odor das classes lotadas na universidade :(
Mas o interessante é que mostra muito da cultura indiana.
Quando o marido percebe que ela não gosta dele, resolve desistir e acompanhá-la a Europa a encontrar o outro porque a ama, bem, igualzinho a vida real, né?
Bom, aí o pai do Arroz (marido) fala pra ele:
- Você não consegue nem controlar sua mulher? (tipo: seu frouxo)
Outra coisa interessante é que as pessoas no filme mudam de opinião bem rápido, um minuto depois de dizer isso, o cara dá dinheiro pra ele ir pa Europa ajudar a esposa a encontrar o outro. Vê se pode! (daí o Arroz, aquele que acompanha)
E a segunda metade do filme se desenrola numa Itália que ninguém reconheceu, nem as paisagens nem o italiano falado lá, e olha que a sala estava cheia dos mais diversos idiomas (russos, macedônios, turcos, índios, e vai...).
Às vezes parecia o Brooklyn, às vezes Londres, num momento dançaram uma dança típica da Suíça, aparecia um que falava o idioma deles, tudo meio confuso.
Depois da peli fomos no Cinque Sensi, bat local das quintas-feiras, comentar a peli e tomar uns mojitos.
Disse pra um indiano que estava lá que queria uma roupa igual a da protagonista do filme, ele me disse que tinha na casa dele aqui em Como, eu fiz aquela cara de "ponto-de-interrogação" sabe?
Ele quer que eu vá na casa dele buscar? Tá pensando que vou usar a roupa da família dele? Ou tá querendo vender algo? (mas aí seria turco ;o)
Bom, depois de dois mojitos e de explicar para um turco o que era uma favela fui para casa escoltada por dois mexicanos e o Gokan (lembra de Dragon Ball ;o)
2 comentários:
Essa tua amiga aqui, vou te contar... os comentários do próximo post eu fiz sem ler este antes. Agora as coisas fazem um certo sentido.
O Santi falou que a]o turco tá querendo é outra coisa de ti...rsrs, não só te emprestar a roupa, viu?
Rsrs!
Beijos!
simmmm
mas e o resto da familia!? hoham e goten nao estavam la!???
mas olha soh...
as pessoas conhecem ateh super saia dins nessas viajens
=)
bjO.
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